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Fiocruz aponta queda da Síndrome Respiratória Aguda Grave no país

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) continuam em tendência de queda no Brasil, mas nove capitais ainda apresentam crescimento da doença, segundo o mais recente boletim InfoGripe da Fiocruz. Belo Horizonte está entre as cidades em alerta, ao lado de Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco. Além disso, os casos graves de Influenza B seguem aumentando em Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

De acordo com a Fiocruz, o avanço da SRAG em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre ocorre principalmente entre crianças de até 4 anos, enquanto Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus e Rio Branco também registram crescimento entre idosos. Nas últimas quatro semanas, o vírus sincicial respiratório (VSR) foi responsável por 55,9% dos casos positivos, seguido pelo rinovírus (23,3%), Influenza A (12,7%), Influenza B (8,4%) e covid-19 (2,2%). Entre as mortes, a Influenza A lidera as causas.

Desde o início do ano, o Brasil notificou 109.347 casos de SRAG, sendo que mais da metade teve confirmação para algum vírus respiratório. O boletim aponta queda ou estabilização dos casos na maioria das faixas etárias, com exceção de um leve aumento entre pessoas de 50 a 64 anos. A incidência da síndrome permanece mais alta entre crianças pequenas, principalmente por causa do VSR, enquanto a mortalidade continua concentrada entre idosos. Já os casos relacionados à covid-19 seguem em níveis baixos em todo o país.

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