A partir desta semana, a Cemig passa a adotar um novo padrão para identificar as unidades consumidoras de energia elétrica, conforme determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para todo o país.
A mudança vai alterar o atual número da Instalação, que aparece nas contas de luz, para o novo número da Unidade Consumidora. Esse número é normalmente utilizado pelos clientes para solicitar serviços, registrar falta de energia e acessar os canais de atendimento.
A Cemig já está realizando as adequações internas para que todos os consumidores passem por essa transição de forma simples e segura.
Atualmente, cada unidade consumidora é identificada pelo tradicional número de instalação, iniciado pelo dígito 3 e utilizado há décadas em faturas, contratos e sistemas internos. Esse código será substituído por um novo identificador padronizado nacionalmente, composto por 15 dígitos. Esse será o número oficial presente nas contas de luz, nos protocolos de atendimento e em todos os documentos da distribuidora.
A mudança moderniza os processos do setor elétrico, facilita a troca de informações e unifica a forma como cada imóvel é identificado em todo o país. Os clientes começarão a visualizar o novo número nas faturas e nos canais de atendimento ao longo do mês de janeiro de 2026.
Vale lembrar que a mudança não altera o valor nem a forma de cálculo da conta de energia. A fatura continuará sendo emitida normalmente, já com o novo código.
Além de constar na fatura, o novo número também poderá ser consultado na área do cliente, no site da Cemig (Cemig Atende). O número de instalação atual (iniciado pelo dígito 3) continuará disponível por até 12 meses, permitindo que o cliente acesse as duas informações durante o período de transição da mudança.
Buscando facilitar ainda mais o período de adaptação, para demandas que exigiam identificação da unidade consumidora, nos próximos meses, os dois números poderão ser informados à Cemig, sem prejuízo nas solicitações de serviços emergenciais ou comerciais.
Fonte: Agência Minas.
Imagem: ALEXANDRE MOTA / O TEMPO